Eu sem pé nem cabeça


Gosto de aprender sobre tudo um pouco. Amo culturas diferentes da minha, sejam elas oriundas da periferia da cidade, sejam vindas de países distantes. Amo o fato de aprender duas línguas totalmente diferentes uma da outra e da minha nativa. Adoro ver a maneira que cada país lida com as mesmas questões e como isso reflete na arte.
Gosto muito de música, ela é parte importante da minha vida. Mas, também odeio como julgam o meu gosto por preconceitos. Eu gosto de kpop, mas não aprendo coreano por causa dele. É apenas uma vertente do pop, que é algo que eu gosto bastante. Também acho irritante quando falo que gosto de modão, pagode e rock porque sinto que os outros acham que só gosto por moda, para me encaixar. Cara, minha cabeça é uma salada mista de pensamentos que combinam com tipos musicais diferentes.
Gosto muito de história, mitologia, astrologia, esoterismo, religião. Queria ter tempo para me aprofundar em cada um desses tópicos, mas infelizmente não consigo por falta de tempo. Assim, eu fico com um conhecimento superficial de cada coisa. Adoro discutir filosofias, política, entender as coisas de maneira mais profunda, mas me frustro porque sinto que não tenho conhecimento suficiente para tanto.
Escrever é um dos meus hobbys favoritos, gostaria de fazer mais frequentemente, melhorar a qualidade dos meus escritos. Nessa linha, queria melhorar meus desenhos e minha capacidade musical. Queria muito tocar bateria com maestria e saber cantar feito um canarinho.
Amo fazer autoanálise, acabo descobrindo mais sobre mim a cada vez. A escrita é uma das melhores maneiras. Quando eu só penso, fica muito mais confuso do que escrito. Olha que isso ta parecendo uma cama de gato. O bom é que dá pra reler e ver o que posso aprender dos meus pensamentos, mas eu nunca leio o que escrevo, então fica meio desnecessário. Ok, eu leio, mas depois de alguns meses porque gosto de ver o que eu penso igual e o que mudou. É muito bom porque você percebe que situações, que pareciam horríveis, passaram e agora são apenas lembranças. Você também percebe que algumas das tuas brisas são muito verdadeiras e são os melhores conselhos que você poderia ouvir. Enfim, o desfecho desse texto é nenhum. Ele apenas serve para eu me lembrar das coisas que gosto, não gosto e de quem eu sou.

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